sexta-feira, 1 de junho de 2012

A INFLUÊNCIA DO ESQUEMA CORPORAL NO DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A INFLUÊNCIA DO ESQUEMA CORPORAL NO DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
por Carmem Federle Este estudo tem como foco a importância dos aspectos do desenvolvimento motor e do esquema corporal para o desenvolvimento global da criança. A formação do esquema corporal inicia-se desde o nascimento, correspondendo a um diagrama construído no cérebro, que orienta o movimento das partes do corpo. O esquema corporal refere-se a uma organização neurológica das diversas áreas do corpo (FURLAN; MOREIRA; RODRIGUES, 2008). O esquema corporal é uma tomada de consciência global do indivíduo no mundo, ou ainda uma maneira de expressar que ‘meu corpo está no mundo’. O esquema corporal também pode ser considerado como um alongamento entre a atividade psicomotora elementar e as relações do indivíduo com o meio (FURLAN; MOREIRA; RODRIGUES, 2008). Pode-se conceituar o desenvolvimento motor como sendo um processo que ocorre sequencialmente, ligado a idade cronológica, através da interação entre a biologia do indivíduo, as condições ambientais, inerente às mudanças sociais, intelectuais e emocionais. Na infância, particularmente, no início do processo de escolarização, que ocorre um amplo incremento das habilidades motoras, que possibilita à criança um amplo domínio do seu corpo em diferentes atividades, como: saltar, correr, rastejar, chutar uma bola, arremessar um arco, equilibrar-se num pé só, escrever, entre outras (ROSA NETO et al., 2010). No início de sua vida, criança trata seu corpo como um objeto, mas através de estímulos, ela armazenará sensações e imagens, reconhecendo que ela é diferente dos outros objetos. Desta forma, o esquema corporal passa por um processo contínuo de mudanças durante toda vida, evoluindo para níveis mais elevados de desenvolvimento e controle motor (FURLAN; MOREIRA; RODRIGUES, 2008). Ao nascer, as primeiras ações são frutos de reflexos hereditários, mas desde esse primeiro momento, o intelecto já é capaz de efetuar aprendizagens. A partir dali, as condutas procuram se adaptar ao meio onde a criança está inserida, não sendo mais reflexo puro. “É importante salientar que esses reflexos vêm de uma matriz biológica, isto é, do próprio corpo, e vão se diferenciando em estruturas mentais na medida em que o bebê e o meio vão interagindo” (SILVA; FREZZA, 2010). Entende-se que o desenvolvimento humano é resultado das relações estabelecidas com as pessoas com quem convive e com o meio social onde está inserido. Brincar, explorar, jogar, movimentar-se, conversar, contar histórias, desenhar, pintar, dançar, alimentar-se, descansar, são algumas das experiências importantes onde a criança tem a oportunidade de interagir com outras pessoas, com o ambiente, sendo assim, desafiada a descobrir mais sobre si, o outro e o mundo. O educador Freire (2008) diz que educação não deve ser uma mera transmissão de conhecimento, mas criar uma possibilidade do educando construir o seu próprio conhecimento baseado com o conhecimento que ele trás de seu dia a dia. As considerações ou reflexões até agora feitas vêm sendo desdobramento de um primeiro saber inicialmente apontado como necessário a formação docente, numa perspectiva progressista. Saber ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção (FREIRE, 2008, p. 47). Segundo Krebs e Neto, 2007, a escola deve ter como um de seus fundamentos a educação motora. Ela é tão importante quanto às aquisições lógico-matemáticas, de leitura, e expressões artísticas. Na infância o desenvolvimento físico é de vital importância para a criança, pois é através do corpo que nos movemos, sentimos, agimos, percebemos e descobrimos novos universos. O desenvolvimento motor auxilia a criança neste universo, tanto nas sensações e percepções oferecendo o conhecimento de seu corpo e através desse, o mundo que a rodeia, utilizando o movimento como meio e não como um fim a atingir. Os autores afirmam que: “Movimento e criança se confundem. Seja executando habilidades motoras finas ou amplas, seja manipulando instrumentos ou se deslocando, movimentar-se é uma constante no universo da criança.” (KREBS; NETO, 2007, p. 188). A educação motora deve basear-se em uma educação que englobe fatores motores, perceptivos e sociais. Nesse sentido, segundo Krebs e Neto (2007), o trabalho em motricidade infantil implica três grandes preocupações em situação pedagógica: a relação entre função tônica e fásica, e o envolvimento relacional e conquista de autoestima pessoal; o encontro do espaço do próprio corpo, relação com o espaço envolvente através do contato com o outro (socialização); o domínio corporal e o seu controle como meio de reconhecimento de sua personalidade. Para eles, “O essencial está em fornecer à criança experiências que lhe permitam confrontar-se progressivamente com o domínio do seu corpo, a tomada de consciência de sua constituição física e as relações sociais implicadas no trabalho em grupo.” (KREBS; NETO, 2007, p. 37). Pode-se então, entender que o desenvolvimento motor ajuda a criança a abrir-se para a comunicação e que por meio das atividades lúdicas, ela estabelece um vínculo com o mundo e passa a construir suas representações de si e sua realidade. De acordo com Freitas (2008) pode-se conceituar a organização do corpo a partir dos três aspectos: Imagem Corporal: sentimentos e atitudes que uma pessoa tem em relação ao seu próprio corpo; Esquema Corporal: imagem esquemática do próprio corpo, que só se constrói a partir da experiência do espaço, do tempo e do movimento; Consciência Corporal: reconhecimento, identificação e diferenciação da localização do movimento e dos inter-relacionamentos das partes corporais e do todo. Le Boulch (1992), diz que a criança passa por três etapas na evolução do desenvolvimento do esquema corporal. A do "corpo vivido", onde ocorre uma vivência corporal; a criança explora seu corpo globalmente, constituindo um todo. A do "corpo percebido" (ou descoberto), onde ocorre a organização do esquema corporal. E a terceira etapa, "orientação espaço corporal", na qual a criança poderá executar todas as suas possibilidades corporais, atingindo um domínio corporal. Vygotsky (1998) acrescenta a importância do desenvolvimento motor para a criança. Para ele, a criança é interativa e estabelece uma relação estreita entre o jogo e a aprendizagem. O teórico relata que o lúdico é muito importante no processo de desenvolvimento da criança, que ao brincar a criança estará adquirindo elementos importantes à construção de sua personalidade e adquirindo a capacidade de compreensão sobre o ambiente do qual faz parte. Assim Vygotsky afirma: No brinquedo, a criança segue o caminho do menor esforço – ela faz o que mais gosta de fazer, porque o brinquedo está unido ao prazer – e ao mesmo tempo aprende a seguir os caminhos mais difíceis, subordinando-se a regras e, por conseguinte renunciando ao que ela quer, uma vez que a sujeição a regras e a renúncia a ação impulsiva constitui o caminho para o prazer do brinquedo. (VYGOTSKY, 1998, p. 130) Segundo Vygotsky (1998), o desenvolvimento cognitivo da criança resulta da interação entre a criança e as pessoas com quem ela mantém contato diário, sendo a fala e linguagem parte essencial para o processo. Desta forma, a escola sistematiza o aprendizado, que inicia no primeiro dia de vida, e a aquisição do conhecimento se dá através das zonas de desenvolvimento: real e proximal, ou seja, o desenvolvimento segue a aprendizagem, e, não se deve esperar pelo desenvolvimento para ensinar. Portanto, o desenvolvimento neuropsicomotor acompanha a criança em sua evolução, dando espaço para que ela possa agir independentemente e possa encontrar soluções e desenvolver suas capacidades através do corpo e cabe ao educador perceber o que se passa com a criança, procurando sempre contribuir para seu desenvolvimento. É importante saber que tanto a criança quanto educador estão inseridos em um contexto no qual lidam com uma estimulação externa excessiva, que provoca uma total desatenção ao próprio corpo, aos sentimentos, aos desejos, às percepções e aos limites. Trindade (2003) destaca a importância da criação do vínculo entre o corpo e o movimento, aliado à atribuição de sentido aos gestos, potencializando a capacidade de expressão do ser humano. Para Le Métayer, o desenvolvimento da motricidade funcional depende de três componentes básicos: maturação (que aperfeiçoa a potencialidade cerebromotora), atitudes perceptomotoras inatas (permitem memorização tempo-espacial dos movimentos e informações do meio exterior), e experiências motoras repetidas (permite ajustes dos movimentos intencionais, num contexto de motivações e estimulações educativas). Complementando essa ideia, Le Boulch diz que: “Considerar o movimento do ponto de vista funcional é considerá-lo não como um processo tendo sua razão de ser nele mesmo, mas, ao contrário, como tendo um significado em relação a conduta do ser na sua totalidade.” (LE BOULCH, 1995, p.14). Também, para Freire (1995), a educação motora educa para a liberdade, além de outras coisas, para a liberdade de expressão. E a expressão humana é corporal. “É pela motricidade que o homem se realiza”. (FREIRE, 1995, p. 41). Também, “a aquisição de habilidades motoras está vinculada ao desenvolvimento da percepção do corpo, espaço e tempo, e essas habilidades constituem componentes de domínio básico tanto para a aprendizagem motora quanto para as atividades de formação escolar”. Isso significa que, ao desenvolver habilidades motoras, a criança está construindo noções para o desenvolvimento intelectual. Por isso, é importante que se proporcionem experiências motoras e psicossociais às crianças, prevenindo assim, que estas apresentem comprometimento de habilidades escolares (ROSA NETO et al., 2010), Para que a criança adquira maturação para desenvolver suas necessidades, é necessária a estimulação, sendo indispensável que as crianças sejam estimuladas desde o nascimento e principalmente no início da vida escolar (SANTOS; MEDEIROS, 2006). A importância da formação psíquica do esquema corporal vem através das ações que contribuam para o desenvolvimento da personalidade da criança, a fim de conduzi-la à autonomia de atitudes, com isso, vivendo harmonicamente no meio em que vive (FRUG, 2001, p.38). Para que a criança tenha um corpo completo, a educação motora é o ponto principal, pois permite que a pessoa possa se expressar através de sentimentos e pensamentos. A educação motora é direito de todas as crianças, incluindo as com necessidades especiais. Devendo todas serem estimuladas de forma adequada, partindo-se de um princípio básico – a consciência corporal (FURLAN; MOREIRA; RODRIGUES, 2008). Conforme ocorre o desenvolvimento, as experiências motoras vão se aprimorando, sendo elas necessárias para o aprimoramento do raciocínio e para a socialização. Através da motricidade, o pensamento pode manifestar-se. A pobreza na exploração das atividades motoras irá retardar e limitar a capacidade perceptiva do indivíduo (FERNANDES, 2008). Assim podemos dizer que há uma grande relação entre as capacidades motoras, intelectuais e afetivas, sendo que são elas que ajudam à criança estabelecer relação com o mundo, e que também estão sujeitas à sua carga tônica pessoal, a qual é, por sua vez, construída a partir das estimulações que o meio e as pessoas lhes impõem. É através das diferentes experiências que a criança terá possibilidade de criar a base para o desenvolvimento de sua independência, autonomia corporal e sua maturidade socioemocional (FERNANDES, 2008). dessa forma, esta é a fase onde é muito importante oportunizar variadas formas de movimento e interação, procurando tornar a criança competente para responder às suas necessidades e às do seu meio, considerando seu contexto de vida. A aprendizagem motora depende da associação das características herdadas com experiências vividas (SACCANI, et al., 2007). A motricidade pode ser conceituada como “a interação de diversas funções motoras como a perceptivo motora, a psicomotora, a neuromotora e outras”, assim a motricidade contribui para o desenvolvimento geral da criança e através dela realiza a exploração do ambiente. Para que isso ocorra, relacionam-se estruturas consideradas psicomotoras, dentre elas o equilíbrio, a locomoção, a manipulação e o tônus corporal, com a organização espaço temporal, as coordenações finas e amplas, a coordenação oculossegmentar, a lateralidade, o ritmo e o relaxamento (FONSECA; BELTRAME; TKAC, 2008). A atividade psicomotora educativa pode tornar-se uma possibilidade para o aluno aprender e fazer novas vivências e experiências, ajudando-o a compreender o mundo cultural, a se contextualizar na sociedade, e a se estruturar internamente. Pois a psicomotricidade, sendo uma ação educativa, leva em conta a comunicação, a linguagem e os movimentos naturais conscientes e espontâneos, considerando-se o ritmo próprio de crescimento e desenvolvimento humano (FREITAS; ISRAEL, 2008). É necessário que a criança tenha em seu corpo a experiência da cor, da espessura, da longitude, da latitude, da trajetória, do ângulo, da forma, da orientação e da projeção espacial, para que haja uma melhor alfabetização. Neste sentido, a educação psicomotora é importante para a criança da educação infantil e para as demais fases da escolarização, pois o ponto de partida para a aprendizagem é a noção do próprio corpo, e sua tomada de consciência que constituem o esquema corporal. Sendo assim, a educação psicomotora deveria ser considerada como uma educação fundamental na escola (BRÊTAS et al., 2005). A experiência motora propicia o amplo desenvolvimento dos diferentes componentes da motricidade, tais como a coordenação, o equilíbrio e o esquema corporal, que são de fundamental importância para o desenvolvimento das diversas habilidades motoras básicas como andar, correr, saltar, galopar, arremessar e rebater. Mas para que isso aconteça é necessário que se ofereça a criança ambiente diversificado, com situações novas, interações com diferentes objetos e ambientes, uma vez que o movimento se apresenta e se aprimora por meio dessa interação, das mudanças individuais com o ambiente e a tarefa motora (MEDINA-PAPST; MARQUES, 2010). BIBLIOGRAFIA ARAGÃO, Marta Genú Soares. Consciência Corporal: uma concepção filosófico-pedagógica de apreensão do movimento. Rev. Bras. Cienc. Esporte, v. 22, n. 2, p. 115-131, jan. 2001. BRÊTAS, José Roberto da Silva; PEREIRA, Sônia Regina; CINTRA, Cintia de Cássia; AMIRATI, Kátia Muniz. Avaliação de funções psicomotoras de crianças entre 6 e 10 anos de idade. Acta Paul Enferm. 2005; p.403-12. CAMPOS, Mariana Tavares de; AVOGLIA, Hilda Rosa Capelão; CUSTÓDIO, Eda Marconi. A imagem corporal de indivíduos com paraplegia não congênita: um estudo exploratório. Psicólogo inFormação, ano 11, n. 11, jan./dez. 2007. COSTA, Joceli do Carmo Knebel da; OLIVEIRA, Amauri A. 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